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segunda-feira, 3 de outubro de 2011


(...) Ele sabia que precisava dela. Pelo menos naquele 'fim de tarde' e 
sem grandes esperanças. Mas tinha medo da compulsão. De querer 
ela sempre e sempre e pra sempre. E amanhã e depois. E de dia, e 
tarde, de madrugada. E não saber digerir tanto amor e tanto amor 
acabar lhe fazendo mal. Só mais um pouquinho, pensou. Uma 
lasquinha. Pra dormir feliz. Amanhã era amanhã. 



Depois ele resolvia... (...)

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